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Setembro Amarelo: 8 Livros Que Tratam Sobre Depressão

A depressão é uma doença muito séria e que assola mais de 400 milhões de pessoas no mundo todo. Ela é a causa principal do suicídio e, mesmo com tal impacto, o mundo ainda acredita que seja um tabu falar sobre isso. O Setembro Amarelo foi criado com o intuito de quebrar esse tabu.

 

Precisamos falar sobre a depressão, precisamos falar sobre o suicídio. Esses problemas, que estão tão intimamente interligados, não “irão embora” se forem ignorados. E, na verdade, ignorá-los só é pior e contribui no crescimento deles.

 

A campanha do Setembro Amarelo tem como objetivo fazer as pessoas se educarem, aprenderem e discutirem cada vez mais sobre esses assuntos. Eles estão aqui, não dá mais para escondê-los.

 

Oito livros, desde clássicos até a literatura infanto-juvenil, que lidam com a depressão. Confira:

 

As Vantagens de Ser Invisível – Stephen Chbosky (2007)

O livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive um claro quadro de depressão. O garoto adolescente conta um pouco da sua vida nos anos 1990 e suas palavras mostram que ele vive entre a apatia e o entusiasmo, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. A obra foi adaptada para o cinema em 2012, com Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller no elenco.

 

As Virgens Suicidas – Jeffrey Eugenides (1993)

Um clássico instantâneo, o livro de Eugenides, ambientado nos anos 1970, tem como tema principal a história de cinco irmãs adolescentes que se matam em sequência e sem motivo plausível. A tragédia ocorre dentro de uma família que, apesar da revolução sexual da época, ainda vive sob rígidas restrições morais e religiosas. A trama é contada do ponto de vista dos garotos da vizinhança. Em 1999, a história foi adaptada para o cinema pela diretora e roteirista Sofia Coppola.

 

Uma História Meio Que Engraçada – Ned Vizzini (2007)

O livro é uma ironia desde seu nome. Sim, a história é um pouco engraçada, dá para rir de algumas situações. Mas a verdade é que trata de suicídio, depressão e mostra outras doenças mentais que te deixarão com vontade de chorar. Craig Gilner é um adolescente que parece ter a vida ganha: estuda em um colégio de prestígio e está prestes a prestar um exame de admissão para entrar em uma faculdade de renome. O problema é que Craig começa a se sentir pressionado por todos os lados e entra em crise. Diagnosticado com depressão, ele tenta se suicidar, mas decide ligar para o Centro de prevenção ao suicídio. Ele então é internado na na ala de psiquiatria para adultos de um hospital pelo período de uma semana. O livro mostra as experiências do rapaz no hospital e as pessoas que ele conheceu. Em 2010, a obra foi adaptada para o cinema com o filme “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone”.

 

O Demônio do Meio-dia: uma Anatomia da Depressão – Andrew Solomon (2000)

Esta obra é uma referência sobre a depressão, para leigos e especialistas. O autor intercala relatos pessoas de sua batalha contra a doença com depoimento de vítimas da depressão e opiniões de especialistas. Solomon desconstrói mitos, explora questões éticas e morais, descreve as medicações disponíveis, a eficácia de tratamentos alternativos e o impacto que a depressão tem nas várias populações demográficas. O livro foi vencedor do National Book Award, finalista do Pullitzer, e eleito um dos 100 melhores livros da década de 2000 pelo jornal britânico The Times.

 

A Redoma de Vidro – Sylvia Plath (1963)

A obra da poetisa Sylvia Plath é quase autobiográfica. Ela coloca muito de si na personagem principal, Esther Greenwood, que é uma jovem universitária com intensa vida social e que trabalha na redação de uma revista feminina. Inspirada no verão de 1952, quando Plath tentou suicídio, a obra mostra a jovem personagem promissora ir parar em uma clínica psiquiátrica. A autora apresenta ao leitor uma visão crítica de quem sofre de depressão e já tentou suicídio. Se espelhando em Esther, Sylvia constrói uma narrativa singular que vai além da doença mental. A autora se suicidou semanas após a publicação do livro.

 

Quem é você, Alasca? – John Green (2005)

Miles Halter é um adolescente que vive uma vida normal. Ele começa a estudar em um internato no Alabama, onde conhece a jovem Alasca Young. Miles vê nela uma menina interessante, misteriosa, inteligente e muito bonita e se apaixona. Mas a verdade é que Alasca é uma pessoa que sofre constantemente o tempo todo. A menina é assolada pela depressão e tudo o que ela quer é dar fim ao seu sofrimento.

 

O Diário da Princesa – Princesa Mia (Livro 9) – Meg Cabot (2007)

No nono livro da série de 11 volumes sobre a vida de uma menina nova-iorquina que não sabia que era realeza, a princesa Mia Thermopolis tem que lidar com a depressão. Sim, diferentemente das adaptações para o cinema da Disney, nos livros a vida de Mia não é assim tão maravilhosa. O término de namoro, as brigas com a melhor amiga, a pressão de sua avó para que ela se torne uma membra de respeito da família real e o medo de não conseguir se formar fazem com que Mia fique no fundo do poço. A série, que é escrita de forma leve e divertida, tem nesse livro a chance de lidar com um assunto pesado. Durante a história, o eitor vê Mia passando por diversos estágios da depressão e apresentando diversos sintomas. Ela não come ou come demais, não toma banho, troca de roupa ou sai de casa. Chora o dia todo e não vê motivos para continuar seguindo em frente. O livro também mostra como Mia é forçada a ir em um psicólogo e o passo a passo do tratamento dela para conseguir batalhar a depressão.

 

O Último Adeus – Cynthia Hand (2015)

O livro é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos cujo terapeuta a encorajou a manter um diário para expressar os sentimentos retraídos. A menina tem que lidar com coisas aparentemente normais, como divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade e os gastos com seu carro velho, porém ela não aguenta mais ter que carregar a dor de saber que seu irmão mais novo, Tyler, cometeu suicídio. Ela se vê mergulhada em uma apatia profunda e tenta buscar uma forma de lidar com esses sentimentos e sua perda tão trágica.

 

Fonte: ONDDA

Publicado: 22/09/2016

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